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Teclado de emoticons Junho 2, 2008

Posted by Lygia de Luca in adoro!, tecnologia.
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O sonho ainda não virou realidade, mas já é um protótipo. A PEGA Design criou o Look@Me, um teclado com 40 teclas que podem se transformar em uma boca, nariz ou olhos.

Quem me conhece sabe o quanto eu sou absolutamente maluca por emoticons e, por este post, também saberá que ESTE É MEU NOVO SONHO DE CONSUMO.


Obrigada ao Gui, que sabe que eu adoro (e recebe vários) emoticons, que me enviou o objeto.

CTRL + F para o cérebro Abril 6, 2008

Posted by Lygia de Luca in impressionante, tecnologia.
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A expressão já está ficando conhecida. Quanto mais se usa computador e o comando CTRL + F (vulgo “Localizar” no seu browser), mais a gente quer isto pra vida inteira. Bem, ao menos eu e alguns conhecidos podemos garantir a existência desse desejo insaciável.
Outro dia, confesso, tive uns momentos extra-geek na rotina, e me vi pensando como seria realmente legal ativar o CTRL + F em um monte de situação dessa vida.
Olha só pra onde minha imaginação julgou ser per-fei-to usar este comando:
- Em uma biblioteca ou sebo
- Quando marcamos de encontrar alguém em locais tipo “praça de alimentação” ou “festas”
- Em um livro onde há vários termos em sânscrito e, dois capítulos depois de você já ter esquecido algum deles, chega um parágrafo que diz “é preciso X” e, claro, o que é “X”???
- Nos sets de Djs em que você precisa ouvir AQUELE trecho, mas ainda não decorou qual o tempo em que este aparece
- Pra memória (incluem-se aí diversos usos)
- Em supermercados, pra encontrarmos o item “melhor do mundo” – vulgo “o mais barato”
- Em lojinhas de 1 real também!
- Em rodoviárias e aeroportos, pra encontrarmos pessoas, portões e pontos de táxi
- Dirigindo ou caminhando (isso, seria tipo um GPS embutido)
- No metrô, pra corrermos pro vagão mais vazio em horário de rush

E por aí vai… a lista se estenderia quase (ou com certeza) infinitamente. Afinal, restam dúvidas de que CTRL + F é a coisa mais prática desse mundo?

Web 2.0: vítima pessoal da vida Digital Março 9, 2008

Posted by Lygia de Luca in buuu!, impressionante, prato do dia, tecnologia.
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Quando se tem uma existência online, muitas vezes é preciso apagar rastros.
TRIM TRIMMM!
- Alô.
- Oi Ly, é a Anônima, tudo bem? Preciso te pedir um favor.
O favor era deletar uma foto comprometedora. Não havia nudez, sexo explícito, cara inchada de álcool. Mas era algo que uma pessoa nova na vida desta pessoa não gostaria de ver. E estava online. E a solução era deletar, antes que o Google impulsionasse uma briguinha estúpida por causa do passado.
É, os rastros online são mais acessíveis do que uma foto enterrada em uma gaveta perto de um cartão de amor.

Bem, eu não me importo muito. No Orkut, estou inscrita em 628 comunidades, fruto de ociosidade total. Quem me achar saberá que eu abro a geladeira pra pensar, que adoro dar risada (e também rio quando não pode), entre outras coisas importantíssimas, como o fato de eu andar com meus pés.

Ok, mas a real é que me assustei após o TRIM TRIM, um endereço, login e senha anotados para a tarefa inusitada. A surpresa veio maior quando não considerei a imagem comprometedora – nem o texto de descrição.
Isso me fez pensar: o que eu já apaguei pra viver online sem me constranger offline?
Pensando rápido, tinha uma foto minha com os pés enterrados na lama (voluntariamente). Pra não me acharem uma hippie sem escrúpulos, apaguei em prol da vida corporativa.

Mas e se fosse o caso de um novo relacionamento, será que eu apagaria mais coisas ainda? A real é que nunca se sabe até se estar em uma situação X.
Mas a pesquisa do Information Commissioner’s Office, que mostrou que 71% dos jovens britânicos não queriam que “potenciais empregadores” vissem seus dados em redes sociais, confirma: viver digitalmente é delicado, muito delicado.
Afinal, é tudo muito rápido, atraente e sem privacidade. Mas as pessoas tem noção zero disso, na maioria das vezes – comprovo isso quando fuço no perfil das filhas de uma amiga minha, que não tem a menooor vergonha de colocar sua vida em um álbum de imagens. Meu, pode rolar pedofilia! Mas elas não sabem.

E aí, você pensa pra se expor? Desculpa se te obriguei a pensar por uns segundos.
Mas sei que em seguida você vai desencanar e postar aquela foto ou frase, registrando um pedaço do que você é nesta rede de computadores, que cada vez mais é um espelho da humanidade.

Campus Party: conclusão pessoal de uma repórter Fevereiro 16, 2008

Posted by Lygia de Luca in campuspartybr, tecnologia.
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Uma semana dormindo pouco e trabalhando muito. A Campus Party Br está chegando ao fim, mas pra mim não teve clima de despedida. Depois da CP Br, acho que não vejo tanto computador junto em muito tempo. Eu, que gosto de tecnologia mas hoje estou sem PC em casa, me senti um pouquinho geek perto de tanta gente inteligente, viciada em aprender truques em games ou códigos de programação – acho até que fiquei mais inteligente, sabia?

Pois é, e não teve adeus nem vai ter. Eu sei que todos os simpáticos que encontrei e me fizeram expandir meus horizontes pessoais, humanos, vou reencontrar. Não porque o mundo é redondo, mas porque ali criamos uma primeira conexão. Crianças, mães de crianças, pinguins, dinossauros, jornalistas, modders, doadores de abraços…

Puta ladainha sentimental, admito totalmente, mas passar mais tempo em um local do que na sua própria casa, cuidar mehor de seu Ubuntu do que de sua melancia me faz pensar no texto de Miguel Sousa Tavares: “Nada do que é importante se perde verdadeiramente”. Ok, sou piegas, mas quem se deu bem de verdade foi o Caio, que começou o movimento dos abraços grátis e ontem tinha somado mais de 700. Esse tem lembrança pro resto da vida, com seu gesto que pode significar um olá ou um adeus.

A experiência da CP Br eu não perco não, cara – porque acima de qualquer coisa, nada mais verdadeiro do que estas ações repetidas em uma semana, de correr, dançar, ver robôs, crianças, montar LCD (!) e enjoar de tanto comer pizza.

Festa à fantasia na Campus Party Fevereiro 14, 2008

Posted by Lygia de Luca in adoro!, campuspartybr, tecnologia.
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A galera do Software Livre avisou, chamou e cumpriu. Após as 22h desta quarta-feira (13/02), começou – inclusive bem em frente ao aquário dos jornalistas – a festa à fantasia prometida com todo o carisma possível.

A galera corria pra lá e pra cá produzida. Vide as crianças, que publiquei em post no blog da Campus do IDG Now!:

A coisa mais linda, entre crianças e jovens com perucas, dentes de vampiro, chifres e óculos sinistríssimos parecia estar por vir. Porém, a massa fantasiada não compareceu à festinha. Ao menos não as que eu vi enquanto procurava uma última coisa pra comer antes de tudo fechar.

O Gui Felitti relatou um pouco do que rolou durante este tempo – que foi curto pra uma festa -, regado a insólitas cenas como um pinguim interagindo com uma criança. Espetacular.

Minha opinião é que, pra uma festa em que ia rolar música livre, teve o suficiente do que minha galera musical chama de “chacota” – ou seja, aquele tipo de som que todos conhecem, bem ao estilo de funk da novela das 8.

Peguei um swing (você conhece? o malabares) emprestado e me diverti um pouco, pra depois vir pra cá, trabalhar e me dar o direito deste post livre, com amendoins que trouxe de casa. Viva um novo acervo pessoal de fotos, que já já posto no meu Flickr.

Mãos Digitais Fevereiro 8, 2008

Posted by Lygia de Luca in impressionante, tecnologia.
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Responda rápido: há quanto tempo você escreveu alguns parágrafos à mão? Tic tac, tic tac. Você provavelmente vai precisar de mais tempo para malhar os dedos do que para responder a esta intimação.

Se há algum tempo você não colocou sua mão em contato constante com uma caneta ou lápis, comece a ponderar o quão sua escrita é digital.
Qual a necessidade, hoje, de se escrever uma carta quando é muito mais fácil e rápido enviar um e-mail?
Outro dia eu tentei colocar uma crônica que tinha na cabeça no papel. Em nova tentativa, queria anotar uma idéia, que incluía diálogos e tudo o mais.

Daí eu descobri que minhas mãos e minha escrita estão digitalizadas.
Enquanto aos 14 anos eu redigia romances inteiros à mão, hoje eu penso na possibilidade de treinar minha mão direita (sou canhota) para que ela reveze com minha esquerda nos registros manuais.
Por que? Dói pra caramba! Você ainda não percebeu? Então pare por aqui, respire inspiração e tente. Vai doer.

Vou falar, não é que nos dias de puberdade minha mão não doía.
Mas eu me lembro que a saúde dela se mantinha por um período de tempo bem mais longo – afinal, elas eram submetidas rigorosamente à malhação diária das palavras.
E não tenho lembranças de sofrer com dores de tendinite ou doenças tecnológicas similares.

Talvez esteja na hora de promover a “fuga dos teclados”, antes que a tecnologia nos roube habilidades enquanto agrega… tudo que diz que agrega, oras bolas – mas com um adicional de problemas de coluna, visão e… precisa dizer mais?

Deixe um comentário contando a data de sua última aventura aventura séria no papel.

Peculiaridades da Coréia do Sul Outubro 27, 2007

Posted by Lygia de Luca in prato do dia, tecnologia.
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Meu amigo Bob Kerr, que está neste país estudando e se divertindo – com mais intensidade a segunda opção, provavelmente -, mantém os amigos tupiniquins informados com fotos e vídeos peculiares.

No Flickr dele, dá pra ver algumas aventuras gastronômicas. São visões, na real, porque o covarde não comeu nada vivo nem besouros cozidos. No Braun Café, há mais detalhes sobre esta exótica culinária ‘a la Bob’.

Creio que todos conheçam a fama dos vasos sanitários da região oriental. Logo, Bob querido fez questão de registrar um teste, simulando a presença de sua bunda em uma privada super high tech.
E claro, compartilhou conosco o que seria um mero assento traseiro para sua bunda caso ela estivesse em um banheiro da Coréia do Sul:

Mouse Mouse Maio 18, 2007

Posted by Lygia de Luca in tecnologia.
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Esqueça o Mickey.
mouse mouse!
Passo a passo aqui.