Campus Party: conclusão pessoal de uma repórter Fevereiro 16, 2008
Posted by Lygia de Luca in campuspartybr, tecnologia.2 comments
Uma semana dormindo pouco e trabalhando muito. A Campus Party Br está chegando ao fim, mas pra mim não teve clima de despedida. Depois da CP Br, acho que não vejo tanto computador junto em muito tempo. Eu, que gosto de tecnologia mas hoje estou sem PC em casa, me senti um pouquinho geek perto de tanta gente inteligente, viciada em aprender truques em games ou códigos de programação – acho até que fiquei mais inteligente, sabia?
Pois é, e não teve adeus nem vai ter. Eu sei que todos os simpáticos que encontrei e me fizeram expandir meus horizontes pessoais, humanos, vou reencontrar. Não porque o mundo é redondo, mas porque ali criamos uma primeira conexão. Crianças, mães de crianças, pinguins, dinossauros, jornalistas, modders, doadores de abraços…
Puta ladainha sentimental, admito totalmente, mas passar mais tempo em um local do que na sua própria casa, cuidar mehor de seu Ubuntu do que de sua melancia me faz pensar no texto de Miguel Sousa Tavares: “Nada do que é importante se perde verdadeiramente”. Ok, sou piegas, mas quem se deu bem de verdade foi o Caio, que começou o movimento dos abraços grátis e ontem tinha somado mais de 700. Esse tem lembrança pro resto da vida, com seu gesto que pode significar um olá ou um adeus.
A experiência da CP Br eu não perco não, cara – porque acima de qualquer coisa, nada mais verdadeiro do que estas ações repetidas em uma semana, de correr, dançar, ver robôs, crianças, montar LCD (!) e enjoar de tanto comer pizza.

Festa à fantasia na Campus Party Fevereiro 14, 2008
Posted by Lygia de Luca in adoro!, campuspartybr, tecnologia.3 comments
A galera do Software Livre avisou, chamou e cumpriu. Após as 22h desta quarta-feira (13/02), começou – inclusive bem em frente ao aquário dos jornalistas – a festa à fantasia prometida com todo o carisma possível.
A galera corria pra lá e pra cá produzida. Vide as crianças, que publiquei em post no blog da Campus do IDG Now!:
A coisa mais linda, entre crianças e jovens com perucas, dentes de vampiro, chifres e óculos sinistríssimos parecia estar por vir. Porém, a massa fantasiada não compareceu à festinha. Ao menos não as que eu vi enquanto procurava uma última coisa pra comer antes de tudo fechar.
O Gui Felitti relatou um pouco do que rolou durante este tempo – que foi curto pra uma festa -, regado a insólitas cenas como um pinguim interagindo com uma criança. Espetacular.
Minha opinião é que, pra uma festa em que ia rolar música livre, teve o suficiente do que minha galera musical chama de “chacota” – ou seja, aquele tipo de som que todos conhecem, bem ao estilo de funk da novela das 8.
Peguei um swing (você conhece? o malabares) emprestado e me diverti um pouco, pra depois vir pra cá, trabalhar e me dar o direito deste post livre, com amendoins que trouxe de casa. Viva um novo acervo pessoal de fotos, que já já posto no meu Flickr.